segunda-feira, 9 de abril de 2012


A Magia:

Os tsurus (no ocidente são conhecidos como cegonha ou grou) são aves grandes, de cores contrastantes, plumagem clara chegando ao branco com extremos de fascinante degradê vermelho, e dotado de inigualável encanto. Beleza essa considerada sagrada pelos japoneses que acreditam que o pássaro representa a vitalidade da juventude.

Na cultura asiática, são tidos como os pássaros mais velhos do planeta, com expectativa de vida de cerca de mil anos.

Eram os pássaros companheiro dos eremitas que faziam meditação no alto das montanhas. Tidos como Eremitas Místicos, supunham ter poderes sobrenaturais que retardava o envelhecimento. Ao longo dos tempos - por ter sido companheiros desses eremitas - creditaram aos tsurus essa mística de serem um talismã poderoso, uma ave com ações sobrenaturais capazes de retardar o processo de envelhecimento. Assim, o pássaro ganhou o título "Pássaro da longevidade".

A crença da juventude perdura até os dias atuais na Ásia, onde os tsurus simbolizam a mocidade eterna e a felicidade plena.



A Crença:

A arte do origami (dobrar papel) se inspirou nessa ave para criar uma de suas mais conhecidas formas, tanto que muitos também consideram o tsuru como o símbolo dessa arte japonesa. Até algum tempo atrás era comum encontrar no Japão pedaços de barbantes amarrados com vários desses tsurus de papel, que eram pendurados no teto para distrair os bebês ou deixados nos templos para pedir proteção. Nesse país, acredita-se que dobrar 1.000 origamis de tsurus com a mente direcionada para uma necessidade ou desejo, garante seu desejo realizado.

Aos enfermos, papéis para fazer origamis de tsurus são oferecidos pelos visitantes, amigos, parentes, etc. A lenda diz que quanto mais origamis de tsurus o adoentado fizer, mais rápida será sua recuperação.



Uma lenda sobre o Tsuru: "Mil penas de Tsuru"

Conta a lenda que um camponêsmuito pobre vivia em uma cabanahumilde e seu único alimentoeram algumas verduras que colhiade sua terra cansada.
Um dia, enquanto tentava plantar em sua terra mais ao longe porachar menos árida, encontrouuma cegonha com a asaquebrada. A ave não podia voarem busca de alimento, estavafraca e beirando a morte.
O camponês sentindo compaixãopor tamanho sofrimento,rapidamente tomou a cegonhaem seus braços e a levou parasua cabana. Ele cuidou de suaasinha e pacientemente colocouem seu bico algumas sementes. Com o passar dos dias, acegonha melhorou. A bondade docamponês a livrou da morte equando ela pôde voar ocamponês a libertou.
Alguns dias depois, uma mulher adorável apareceu em sua cabana e pediu que lhe desseabrigo por uma noite. O camponês, por ser uma pessoa de bom coração, não negaria estacaridade à pessoa alguma. Porém, a beleza daquela mulher fez com que ele acreditasse quedeixá-la dormir em sua humilde cabana era realmente uma honra.
Após aquela noite os dois se apaixonaram e se casaram.

A noiva era delicada, atenciosa e tinha tanta disposição para o trabalho quanto era bonita, e assim eles viviam muito felizes. Mas para o camponês, que já tinha muita dificuldade quando vivia sozinho, ficou muito mais difícil ainda cobrir as despesas que sua nova vida de casado lhe trazia.

Preocupada com esta situação, a esposa disse ao marido que produziria um tecido especial (tecer era um trabalho comum para as mulheres nessa época). Ele poderia vendê-lo para ganhar dinheiro, contudo, ela alertou que precisaria fazer seu trabalho em segredo, e que ninguém, nem mesmo ele, seu marido, poderia vê-la tecer.

O homem construiu uma pequena cabana nos fundos de sua casa e lá ela trabalhou, trancada, durante três dias. O marido só ouvia o som do tear batendo, e a curiosidade e a saudade que tinha de sua bela mulher fazia com que estes dias demorassem muito para passar.

Quando o som da tecelagem parou, ela saiu com um lindo tecido entre os braços, de textura delicada, brilhante e com desenhos exóticos. A tecelã lhe deu o nome de “mil penas de Tsuru”.

Ele levou o tecido para a cidade. Os comerciantes ficaram surpreendidos e lutaram entre si para consegui-lo. O vendedor pagou com muitas moedas de ouro por ele. O pobre homem não podia acreditar que tão de repente a sorte começasse a lhe sorrir.

Desde então, a esposa passou a trabalhar no valioso tecido outras vezes. O casal podia, com o fruto da venda, viver em conforto. A mulher, porém, tornava-se dia após dia mais magra.

Um dia, ela disse que não poderia tecer por um bom tempo. A mulher estava muito cansada. Seus ossos lhe doíam e a fraqueza quase a impedia de ficar em pé.

O camponês a amava muito e acreditava naquilo que ela dizia, contudo, tinha experimentado a cobiça. Ele havia contraído algumas dívidas na cidade e pediu para que ela tecesse somente por mais uma vez. No princípio ela não aceitou, mas perante a insistência do marido, cedeu e começou a tecer novamente.

Desta vez ela não saiu no terceiro dia, como era de costume. E o homem ficou preocupado. Mais três dias se passaram sem que ela aparecesse, e isso começou a deixar o marido desesperado.

No sétimo dia, sem saber mais o que fazer, ele quebrou sua promessa, espiando o serviço de tecelagem que ela fazia.

Para a sua surpresa, não era sua mulher que estava tecendo. Arqueada sobre o tear encontrava-se uma cegonha, muito parecida com aquela que o camponês havia curado.

O homem mal pôde dormir à noite, pensando o que teria acontecido com a mulher que amava. Amaldiçoava-se por ter sido insaciável e praticamente ter obrigado a sua querida esposa a tecer mais uma vez.

Na manhã seguinte, a porta da cabaninha se abriu e o camponês com o coração aos saltos fixou seus olhos na porta, esperançoso em ver sua esposa sair dela com vida.

A mulher saiu da cabana com profundas olheiras, trazendo o último tecido nas mãos trêmulas. Entregou-o para o marido e disse: _Agora preciso voltar, você viu minha verdadeira forma, e sendo assim, eu não posso mais ficar com você!

Depois de dizer estas palavras, transformou-se em sua verdadeira forma, uma cegonha, alçando vôo com lindo rastro de pó cintilante, e deixando o camponês em eterna lágrimas.



Em memória a Sadako Sasaki:

Sobre dobrar os mil tsurus de origami e ter seu desejo realizado, a lenda foi reforçada a partir de uma das mais belas histórias de esperança e luta pela vida que conhecemos.

No dia 6 de agosto de 1945, ocorreu um dos mais trágicos eventos da história da humanidade: os Estados Unidos detonaram sobre a cidade de Hiroshima, no Japão, a primeira bomba atômica da 2ª Guerra Mundial! Três dias depois seria a vez da cidade japonesa de Nagasaki sofrer com um ataque nuclear.
A bomba caiu a pouco mais de um quilômetro da casa da menina Sadako Sasaki, que na época tinha dois anos. A mãe de Sasaki conseguiu salvá-la da explosão, no entanto, durante a fuga, as duas tomaram da chuva radioativa que caiu após o ataque.

Sasaki viveu normalmente até os 12 anos de idade, quando descobriu que estava com leucemia (câncer no sangue devido a radiação nuclear que foi exposta). Em tratamento no hospital ela recebeu a visita de uma amiga que lhe contou a lenda dos mil tsurus de papel. Logo Sasaki começou a fazer as dobraduras, mentalizando sempre a sua cura, para que ao final do trabalho ela saísse do hospital livre da leucemia.

Sasaki, no entanto, não teve forças para completar os mil pássaros de papel que pretendia, tendo feito 964 tsurus até o dia 25 de outubro de 1955, quando veio a falecer. Seus colegas de classe completaram os tsurus de papel que faltavam a tempo para seu enterro.
A notícia do esforço de Sasaki logo se espalhou pelo Japão e pelo mundo. Estudantes de mais de 3.000 Escolas do Japão e de 9 outros países iniciaram uma campanha para a construção de um monumento em Hiroshima em sua memória e das outras milhares de crianças que morreram, ficaram feridas ou estavam doentes em decorrência da bomba. O apelo popular foi atendido e em 05 de maio de 1958 foi inaugurado em Hiroshima, no Parque da Paz, o Monumento da Paz das Crianças com a Estátua da menina Sasaki erguendo um origami de tsuru.

A história de Sadako Sasaki é considerada como um dos símbolos da luta pelo fim das armas nucleares, e a vontade de viver da menina japonesa que mesmo doente se pôs a fazer mil tsurus de papel são vistas como um símbolo da paz, tanto que todos os anos, no dia 6 de agosto (no qual se comemora o Dia da Paz) milhares de pessoas enviam tsurus ao Monumento da Paz das Crianças e, visitam todos os memoriais erigidos com esse propósito em “Hiroshima e Nagazaki” depositando milhares de Tsurus, para mostrar que a esperança e o desejo de dias melhores ainda existem em nosso planeta.


MITOLOGIA JAPONESA
Mito: Tsuru
Disciplina: Corpo & História no dia
Grupo: Ana Maria Shiraiwa Cruz
Ingrid Corrêa Guimarães
Júlia Pires Veiga
Luana Cristina de Lima
Thayane Guimarães de Sales

A Magia:
Os tsurus (no ocidente são conhecidos como cegonha ou grou) são aves grandes, de cores contrastantes, plumagem clara chegando ao branco com extremos de fascinante degradê vermelho, e dotado de inigualável encanto. Beleza essa considerada sagrada pelos japoneses que acreditam que o pássaro representa a vitalidade da juventude.
Na cultura asiática, são tidos como os pássaros mais velhos do planeta, com expectativa de vida de cerca de mil anos.
Eram os pássaros companheiro dos eremitas que faziam meditação no alto das montanhas. Tidos como Eremitas Místicos, supunham ter poderes sobrenaturais que retardava o envelhecimento. Ao longo dos tempos - por ter sido companheiros desses eremitas - creditaram aos tsurus essa mística de serem um talismã poderoso, uma ave com ações sobrenaturais capazes de retardar o processo de envelhecimento. Assim, o pássaro ganhou o título "Pássaro da longevidade".
A crença da juventude perdura até os dias atuais na Ásia, onde os tsurus simbolizam a mocidade eterna e a felicidade plena.



A Crença:
A arte do origami (dobrar papel) se inspirou nessa ave para criar uma de suas mais conhecidas formas, tanto que muitos também consideram o tsuru como o símbolo dessa arte japonesa. Até algum tempo atrás era comum encontrar no Japão pedaços de barbantes amarrados com vários desses tsurus de papel, que eram pendurados no teto para distrair os bebês ou deixados nos templos para pedir proteção. Nesse país, acredita-se que dobrar 1.000 origamis de tsurus com a mente direcionada para uma necessidade ou desejo, garante seu desejo realizado.

Aos enfermos, papéis para fazer origamis de tsurus são oferecidos pelos visitantes, amigos, parentes, etc. A lenda diz que quanto mais origamis de tsurus o adoentado fizer, mais rápida será sua recuperação.


Uma lenda sobre o Tsuru: "Mil penas de Tsuru"

Conta a lenda que um camponêsmuito pobre vivia em uma cabanahumilde e seu único alimentoeram algumas verduras que colhiade sua terra cansada.
Um dia, enquanto tentava plantar em sua terra mais ao longe porachar menos árida, encontrouuma cegonha com a asaquebrada. A ave não podia voarem busca de alimento, estavafraca e beirando a morte.
O camponês sentindo compaixãopor tamanho sofrimento,rapidamente tomou a cegonhaem seus braços e a levou parasua cabana. Ele cuidou de suaasinha e pacientemente colocouem seu bico algumas sementes. Com o passar dos dias, acegonha melhorou. A bondade docamponês a livrou da morte equando ela pôde voar ocamponês a libertou.
Alguns dias depois, uma mulher adorável apareceu em sua cabana e pediu que lhe desseabrigo por uma noite. O camponês, por ser uma pessoa de bom coração, não negaria estacaridade à pessoa alguma. Porém, a beleza daquela mulher fez com que ele acreditasse quedeixá-la dormir em sua humilde cabana era realment
Após aquela noite os dois se apaixonaram e se casaram.
A noiva era delicada, atenciosa e tinha tanta disposição para o trabalho quanto era bonita, e assim eles viviam muito felizes. Mas para o camponês, que já tinha muita dificuldade quando vivia sozinho, ficou muito mais difícil ainda cobrir as despesas que sua nova vida de casado lhe trazia.
Preocupada com esta situação, a esposa disse ao marido que produziria um tecido especial (tecer era um trabalho comum para as mulheres nessa época). Ele poderia vendê-lo para ganhar dinheiro, contudo, ela alertou que precisaria fazer seu trabalho em segredo, e que ninguém, nem mesmo ele, seu marido, poderia vê-la tecer.
O homem construiu uma pequena cabana nos fundos de sua casa e lá ela trabalhou, trancada, durante três dias. O marido só ouvia o som do tear batendo, e a curiosidade e a saudade que tinha de sua bela mulher fazia com que estes dias demorassem muito para passar.
Quando o som da tecelagem parou, ela saiu com um lindo tecido entre os braços, de textura delicada, brilhante e com desenhos exóticos. A tecelã lhe deu o nome de “mil penas de Tsuru”.

Ele levou o tecido para a cidade. Os comerciantes ficaram surpreendidos e lutaram entre si para consegui-lo. O vendedor pagou com muitas moedas de ouro por ele. O pobre homem não podia acreditar que tão de repente a sorte começasse a lhe sorrir.
Desde então, a esposa passou a trabalhar no valioso tecido outras vezes. O casal podia, com o fruto da venda, viver em conforto. A mulher, porém, tornava-se dia após dia mais magra.
Um dia, ela disse que não poderia tecer por um bom tempo. A mulher estava muito cansada. Seus ossos lhe doíam e a fraqueza quase a impedia de ficar em pé.
O camponês a amava muito e acreditava naquilo que ela dizia, contudo, tinha experimentado a cobiça. Ele havia contraído algumas dívidas na cidade e pediu para que ela tecesse somente por mais uma vez. No princípio ela não aceitou, mas perante a insistência do marido, cedeu e começou a tecer novamente.
Desta vez ela não saiu no terceiro dia, como era de costume. E o homem ficou preocupado. Mais três dias se passaram sem que ela aparecesse, e isso começou a deixar o marido desesperado.
No sétimo dia, sem saber mais o que fazer, ele quebrou sua promessa, espiando o serviço de tecelagem que ela fazia.
Para a sua surpresa, não era sua mulher que estava tecendo. Arqueada sobre o tear encontrava-se uma cegonha, muito parecida com aquela que o camponês havia curado.
O homem mal pôde dormir à noite, pensando o que teria acontecido com a mulher que amava. Amaldiçoava-se por ter sido insaciável e praticamente ter obrigado a sua querida esposa a tecer mais uma vez.
Na manhã seguinte, a porta da cabaninha se abriu e o camponês com o coração aos saltos fixou seus olhos na porta, esperançoso em ver sua esposa sair dela com vida.
A mulher saiu da cabana com profundas olheiras, trazendo o último tecido nas mãos trêmulas. Entregou-o para o marido e disse: _Agora preciso voltar, você viu minha verdadeira forma, e sendo assim, eu não posso mais ficar com você!
Depois de dizer estas palavras, transformou-se em sua verdadeira forma, uma cegonha, alçando vôo com lindo rastro de pó cintilante, e deixando o camponês em eterna lágrimas.



Em memória a Sadako Sasaki:
Sobre dobrar os mil tsurus de origami e ter seu desejo realizado, a lenda foi reforçada a partir de uma das mais belas histórias de esperança e luta pela vida que conhecemos.
No dia 6 de agosto de 1945, ocorreu um dos mais trágicos eventos da história da humanidade: os Estados Unidos detonaram sobre a cidade de Hiroshima, no Japão, a primeira bomba atômica da 2ª Guerra Mundial! Três dias depois seria a vez da cidade japonesa de Nagasaki sofrer com um ataque nuclear.
A bomba caiu a pouco mais de um quilômetro da casa da menina Sadako Sasaki, que na época tinha dois anos. A mãe de Sasaki conseguiu salvá-la da explosão, no entanto, durante a fuga, as duas tomaram da chuva radioativa que caiu após o ataque.

Sasaki viveu normalmente até os 12 anos de idade, quando descobriu que estava com leucemia (câncer no sangue devido a radiação nuclear que foi exposta). Em tratamento no hospital ela recebeu a visita de uma amiga que lhe contou a lenda dos mil tsurus de papel. Logo Sasaki começou a fazer as dobraduras, mentalizando sempre a sua cura, para que ao final do trabalho ela saísse do hospital livre da leucemia.
Sasaki, no entanto, não teve forças para completar os mil pássaros de papel que pretendia, tendo feito 964 tsurus até o dia 25 de outubro de 1955, quando veio a falecer. Seus colegas de classe completaram os tsurus de papel que faltavam a tempo para seu enterro.
A notícia do esforço de Sasaki logo se espalhou pelo Japão e pelo mundo. Estudantes de mais de 3.000 Escolas do Japão e de 9 outros países iniciaram uma campanha para a construção de um monumento em Hiroshima em sua memória e das outras milhares de crianças que morreram, ficaram feridas ou estavam doentes em decorrência da bomba. O apelo popular foi atendido e em 05 de maio de 1958 foi inaugurado em Hiroshima, no Parque da Paz, o Monumento da Paz das Crianças com a Estátua da menina Sasaki erguendo um origami de tsuru.

A história de Sadako Sasaki é considerada como um dos símbolos da luta pelo fim das armas nucleares, e a vontade de viver da menina japonesa que mesmo doente se pôs a fazer mil tsurus de papel são vistas como um símbolo da paz, tanto que todos os anos, no dia 6 de agosto (no qual se comemora o Dia da Paz) milhares de pessoas enviam tsurus ao Monumento da Paz das Crianças e, visitam todos os memoriais erigidos com esse propósito em “Hiroshima e Nagazaki” depositando milhares de Tsurus, para mostrar que a esperança e o desejo de dias melhores ainda existem em nosso planeta.
e uma honra.



Júlia e Luana lenda ''Mil penas de tsuru''

Ana Maria
Em memória a Sadako Sasaki:

A Magia

Video:
http://www.youtube.com/watch?v=-9dOUs9vUDs&feature=youtu.be

segunda-feira, 2 de abril de 2012

MITOLOGIA GREGA - ZEUS


MITOLOGIA GREGA
Mito: ZEUS - Rei dos deuses
Trabalho apresentado na disciplina de Corpo & História no dia 14/03/2012

Componentes do Grupo
Áquila Daniel C. Ramos
Flávio José Porto Mendes
Isah Baião
Thamiris Martins Nascimento

MITO:
ZEUS
Rei dos deuses

            Zeus chegou ao poder por uma combinação de violência e trapaças. Mas, uma vez estabelecido, seu domínio foi permanente e inalterável. Ele tomou os céus como seu domínio particular (seu nome parece derivar de uma antiga raiz que significa céu, sugerindo que originalmente era um deus celestial), ao passo que seus irmãos Posêidon e Hades se tornaram respectivamente senhores do mar e do inferno. Em um relato, essa divisão de reinos foi feita tirando a sorte, mas a supremacia de Zeus nunca foi posta em dúvida. Ele casou-se e então engoliu Métis ("inteligência sagaz"), que o havia ajudado a derrotar Crono, e, com Métis dentro dele, não podia ser enganado ou manipulado da mesma forma que enganara e manipulara para chegar ao poder. Porém, após tê-la engolido, nasce Atena da cabeça de seu pai.
            Em seguida, Zeus desposou Têmis ("justiça"), a deusa da ordem fixa, e com ela produziu as Sinas, as estações, boa ordem, justiça e paz. Por fim, casou-se com Hera (símbolo da fertilidade e da santidade do matrimônio), sua irmã, e sua prole consistiu em Ares (o deus da guerra), Hebe ("juventude"), Eileitia (a deusa do parto) e, em alguns relatos, Hefaistos (o deus artífice). Zeus gerou as divindades restantes da ordem olímpica, com exceção de Afrodite, por meio de várias outras ligações. Há muitos mitos sobre os relacionamentos de Zeus com mulheres (e homens) humanas e divinas, muitos dos quais têm como pano de fundo seu tempestuoso relacionamento com Hera. De fato, bem poucas histórias sobre Zeus e Hera não são diretamente relacionadas a seu turbulento casamento, o qual é uma das principais fontes de conflito na mitologia grega. Tipicamente, a deusa é descrita como uma figura amarga, constantemente atormentando os objetos e filhos das ligações adúlteras de Zeus, quase sem exceção. A perseguição, porém, não se dava sempre da mesma forma. Em um mito, Zeus fica tão furioso com Hera que prende uma bigorna em cada um de seus tornozelos e pendura a deusa no monte Olimpo. Apesar dos casos extraconjugais de Zeus e da inevitável raiva ciumenta de Hera, seu chamado Casamento Sagrado simbolizava a importância do vínculo conjugal na cultura grega.
Zeus era o poder supremo no Olimpo. Ele presidia o conselho dos deuses, e sua autoridade e planejamento estabeleciam o curso de todas as coisas. No mundo humano, acreditava-se que Zeus garantia o poder de reis e a autoridade das leis de uma cidade. Ele também era o guardião da ordem social, e suas muitas manifestações incluem Zeus Xenios (defensor de "amizade hospitaleira", as relações sociais corteses entre famílias e cidades), Zeus Hikesios (protetor dos que buscam abrigo) e Zeus Horkios (protetor da santidade dos juramentos). Os símbolos do poder de Zeus eram o trovão e o raio, conforme apropriado para o deus dos céus, e a águia, rainha das aves. Ele era frequentemente representado segurando um cetro, signo de poder real, ou um raio.
Cleanto (c. 330 a.C.-c. 232 a.C), em sua obra mais notável, o Hino a Zeus, aclama o deus como "mestre do universo". O filósofo continua: "Nada na terra nem nos céus, nem no mar, é produzido sem você".


Significado do Mito

      Segundo historiadores, nós, seres humanos, somos filhos do tempo, ou seja, da mesma forma que Crono engolia seus filhos, o tempo irá nos engolir, mesmo que continuemos a lutar contra ele.
       Zeus, como único filho não engolido, representaria o futuro Deus cristão, o qual, os homens se submeteriam e não poderiam fazer nada contra Ele. Assim como Zeus era deus do Olimpo, o Deus cristão passou a ser Deus de todo o céu.




Componentes do grupo e o professor da disciplina:
da esquerda para a direita: Áquila, Isah, Márcio (professor), Thamiris e Flávio


Componentes do grupo da MITOLOGIA GREGA (Vestindo togas gregas)
da esquerda para a direita: Áquila (segurando o raio, símbolo do poder de Zeus), Isah, Thamiris e Flávio

sábado, 31 de março de 2012

Mito As Sete Irmãs(Austrália)


As Sete Irmãs


A seguinte história reúne os incidentes relatados em alguns lugares ao longo da rota pelo centro e o sul da Austrália das heroínas ancestrais conhecidas como Kungarankalpa, as Sete Irmãs.
As Sete Irmãs fugiram para escapar de um homem lascivo chamado Nyiru, que pretendia violentar a mais velha. A leste de Uluru, sua rota é marcada por uma série de buracos e poços na rocha. Em Witap¬ tila, a oeste de Atila (monte Conner), elas pararam e acamparam para passar a noite e construíram um quebra-vento, que hoje é um penhasco baixo.
Na manhã seguinte elas mergulharam no chão, ressurgindo como Tjuntalitia, um poço. Um monte de areia registra o lugar de onde Nyiru as observava. De Tjuntalitia, as garotas caminharam até Wanukula, uma depressão na pedra onde a água se acumula, e para Walinya, um morro, onde construíram uma cabana e acamparam. Sua cabana é hoje uma caverna
num bosque de figueiras, uma das quais, separada, é a irmã mais velha. O lugar onde elas se sentaram é marcado por linhas sinuosas na rocha. Nyiru as observava e, quando pensou que elas dormissem, invadiu seu abrigo, marcando a rocha. Uma abertura baixa no fundo da caverna é o lugar onde as irmãs quebraram a parede para continuar sua fuga.
Finalmente, quando chegaram à costa (perto de Port Augusta), as moças mergulharam no mar. O choque da água fria as fez saltar para o céu, tornando-se a constelação Kurialya, as Plêiades. Nyiru ainda as persegue, e suas pegadas podem ser vistas no céu: seus artelhos são o "cinturão" na constelação que outros chamam de Órion, seus calcanhares a ponta da "espada" de Órion.
Sonho de Batata do Mato, pintura moderna em casca de árvore de Victor Jupurrulla Ross, mostra marcas deixadas por heróis ancestrais. Os arcos representam pessoas sentadas no chão, e os círculos são locais imbuídos do poder dos ancestrais.





Integrantes do grupo:Luana, Luciene, Laís e Naiara.

sexta-feira, 30 de março de 2012



Corpo e História Mitologia – Europa Central e do leste Mito: Vampiros
Componentes do grupo
Guilherme da Silva Marins
Jefferson Rodrigo Silveira
Luiz Gustavo Monteiro
Pablo Ramon Domingos

Local: Leste Europeu Período: Séc. XIX (1801-1900)
Vampiros
O conceito de vampiro era entrelaçado com o de lobisomem pela nomeação vukodlak (pêlo de lobo)
São manifestações dos impuros que retornam à vida.
Alguns tornam-se vampiros após a morte.
Lobisomens, bruxas e ateus.
Acreditavam-se que ladrões, bruxas, suicidas, pessoas nascidas ou concebidas em dia santo, natimortos dentre outros se transformariam em vampiros.
Visitavam as vítimas à noite para sugar o sangue ou fazer sexo com elas.
Ficavam em seus túmulos sem se decompor e geralmente inchados.
Encontrados em cemitério ou em encruzilhadas com uma Mortalha sobre os ombros.

Formas de combate
Colocar nos túmulos pequenas cruzes de madeiras ou choupo-branco, sementes de linhaça ou milhetes para que eles se distraiam contando ( crênça macedônia e Kashub). 
Estaca de madeira de pilriteiro ou choupo fincada no corpo.
Estaca ou prego na cabeça.
Os corpos eram decapitados, desmembrados e os tornozelos e calcanhares eram amarrados para impedir o movimento.

Música
Prokofiev nasceu em 23 de Abril de 1891 na vila rural de Sontsovka (actualmente é a localidade de Krasne, no Óblast de Donetsk), na Ucrânia.
Música escolhida é uma valsa chamada Cinderela (1945).

quarta-feira, 28 de março de 2012

REI GESAR - GUERREIRO REI

TIBETE E MONGÓLIA
REI GESAR - GUERREIRO REI 
Uma velha mulher e seus três filhos morrem praguejando contra todas as religiões, assim são destinados a tornar-se monstros demoníacos em suas vidas seguintes, ameaçando a harmonia na Terra. 


Sendo necessário a intercessão de Gesar, a princípio é relutante, aceitando a missão somente sobre certas condições impossível.
Eu exijo, diz ele:
 - "Que meu pai seja um deus e minha mãe um demônio-serpente. Desejo um cavalo imortal que possa voar pelo céu e falar as línguas de todos os homens e animais. Faço questão de uma sela magnífica, uma armadura e uma espada que não sejam de manufatura humana. Da mesma forma, quero um arco-e-flecha de origem milagrosa e companheiros fortes e heróicos.
Desejo ainda uma esposa de tamanha beleza que todos os que a vejam queiram de boa vontade engajar-se para lutar a seu serviço e um tio cujos estratagemas astuciosos me permitam vencer todas as batalhas. Por fim, também insisto que cada um de vocês, que ficarão aqui tão confortavelmente na minha ausência, velem por mim, protejam-me o tempo todo e venham em meu auxílio sempre que eu chamar." 

Todas essas condições foram cumpridas, e Gesar não teve alternativa a não ser empreender sua jornada na terra.




O nascimento de Gesar, de um ovo branco marcado com três manchas em forma de olho, chega a Terra  com três olhos, mas um é imediatamente arrancado por sua mãe aterrorizada.
Após uma vida de aventuras emocionantes como um rei guerreiro impiedoso e poderoso, esmagando a injustiça violenta onde quer que a encontre, Gesar e seus companheiros retiram-se para meditar em cavernas, três anos depois, tendo se purificado com ritos religiosos de todos os efeitos negativos de uma vida de guerra e derramamento de sangue, Gesar volta para sua morada no céu, consciente de que um dia será obrigado a visitar a terra outra vez, porque, o mal nunca pode ser erradicado permanentemente deste mundo.




REI GESAR

terça-feira, 27 de março de 2012

Mito Nu Gua - China-

O video é auto explicativo. Narra a historia do mito de NU GUA, onde se criou a humanidade a partir da lama.
Final do trabalho. Grupo reunido.Professor Márcio, Henrique, Aiilime, Cássia, Douglas.

Aiilime(narradora) e Cássia(personagem principal). 

O trabalho foi apresentado no dia 14 de Março, onde o grupo representou um dos diversos Mitos existentes na China, que pode ser visto no video.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Sexualidade


A sexualidade é atualmente vista como um problema de saúde pública, sendo a

escola local privilegiado de implementação de políticas públicas que promovam a saúde de

crianças e adolescentes. Assim, ela foi constituída, de acordo com os Parâmetros Curriculares

Nacionais (PCNs), em tema transversal, a fim de disseminar-se por todo campo pedagógico e

irradiar seus efeitos em domínios os mais heterogêneos, dentre outros, na Educação Física. Esta

pesquisa analisou o dispositivo da sexualidade nos PCNs, buscando identificar a concepção

de sexualidade ali presente, a singularidade histórica desta proposta e seus possíveis efeitos

na escola e, mais especificamente, na Educação Física.


Confira aqui.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=G2DUWy0YZBo

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Documentário "Isso não é falado"


           Produzido e narrado por nós, graduandos de Educação Física da UFLA 2011/2, vem com diversas informações sobre o doping, além do meio esportivo, mostramos o quanto é comum essa pratica em academias e no dia a dia de adultos, jovens e adolescentes.

Vale a pena conferir

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=V8i4-BThy98

Integrantes:
Carine, Cinthia, Clara, Darlei, Francisca Paula, Rafaella, Rodrigo e Simone.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011