quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Resenha proposta na disciplina: GFD 208- Estudos Socioculturais da Educação Física.


Autora: Carmen Lúcia Soares.
Obra: Pesquisas sobre o corpo: Ciências Humanas e educação.
Editora: Autores Associados.
Publicação: Campinas, São Paulo: FAPESP, 2007.
O livro nasceu de um Colóquio Internacional de Pesquisa que foi realizado pela Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), no ano de 2006. O livro conta com um riquíssimo referencial teórico de textos, desde o prefácio até o seu término.
A obra apresenta uma gama de assuntos como: História, Antropologia, Filosofia, Epistemologia e faz um estudo sobre os estudos do currículo. A área das ciências humanas e a educação tem uma importância considerável, pois o colóquio destacou as contribuições desses campos para as pesquisas sobre o corpo e as práticas corporais.
Com a leitura dos capítulos, leva o leitor a perceber que a todo o momento perguntas são lançadas para a reflexão, ou seja, com um tom interrogativo faz o aguçamento do da apreciação da obra.
No primeiro capítulo, "A carne e o verbo (página 1- 21)", Jacques Gleyse, traz discussão no aspecto do dualismo e das relações entre corpo e espirito, ou, ainda, das relações entre natureza e cultura. O texto questiona sobre um debate em que a espirito x corpo que é colocado em xeque. Houve uma citação do texto bíblico de João 1.1:
“No começo era a palavra (logos), e a palavra (logos) estava com Deus (théos) e a palavra era Deus.
Todas as coisas foram feitas através dela, e nada do que foi feito, foi sem ela.
[...]
E a palavra se fez carne, e ela habitou entre nós, plena de graça e de verdade; e nós contemplamos sua glória, uma glória como a glória do Filho do único que veio do Pai ”.
Nesta passagem bíblica, João parece esclarecer-nos sobre as relações da carne e do verbo. Mais claramente mostra que a luz nos permite compreender as relações de nossa carne e nosso verbo.
No segundo capítulo, La matriz disciplinar de La educación física (23- 47), Angela Aisenstein, a autora deste capítulo toma por base a estratégia metodológica e os resultados obtidos em um processo de descrição do código disciplinar envolvendo a educação física escolar da Argentina e colocando em prática testes de sua eficácia como formação discursiva, ou seja, sua validade curricular ao longo do tempo. Aisenstein descreve o processo de configuração da educação física, da cultura física nas práticas discursivas e não discursivas que parecem obstáculos nas inovações ao longo do tempo.
No terceiro capítulo, Cultura do narcisismo, política e cuidado de si (49- 65), Margareth Rago, trata da cultura narcisista que se difundiu no Brasil a partir dos anos 70, com um grande crescimento e diversificação das indústrias da moda, do vestuário e dos cosméticos. Um dos traços dominantes dessa cultura contemporânea é o aprisionamento do indivíduo dentro de si mesmo. 
No quarto capítulo, Uma história do corpo (67- 80), Denise Bernuzzi de Sant’Anna, a autora traz a relação da contemporaneidade como forma de justificativa do crescente interesse voltado aos estudos sobre as representações históricas corporais. Faz uso de algumas palavras para definir características da historicidade do corpo: insosso (Sem sal ou sem tempero, mas para o contexto do texto, trata-se de uma pessoa sem graça, desinteressante, tediosa), insípido (Sem sabor, sem gosto: a água é insipida; para nosso contexto seria uma pessoa ausente de atrativos, sem espirito, sem interesse, sem graça: sujeito insípido), neutro (Aquele que não toma partido; ou melhor, no contexto de personalidade é aquele que faz de tudo para não ser percebido, são os famosos “tanto faz”), chocho (Sem graça, desanimado, triste), essas palavras traduzem quase um sentido parecido para definir uma pessoa.
No quinto capítulo, Epistemologias do corpo: A filosofia e a arte como atos de significação (81-99), Terezinha Petrucia Da Nóbrega, a autora apresenta “uma reflexão sobre a questão da racionalidade a partir de uma posição que considera a sensibilidade como potência de conhecimento, evidenciando que a existência é primeiramente corporal e que o corpo é a medida da nossa experiência no mundo e, portanto, referencia primeira do conhecimento” (p.86). Ela usa com frequência o autor Maurice Merleau Ponty, pois este autor trata de reflexões sobre a fenomenologia, movimento filosófico, no qual se revela a frente da consciência humana.
No sexto capitulo, Lições da anatomia: Geografias do olhar (101- 116), Carmen Soares e Vinicius Terra, os autores deste texto faz um destaque à anatomia humana, as suas práticas para educar o olhar sobre o corpo e sua delimitação como objeto de conhecimento, para marcar, definitivamente, os modos de como tratar o corpo, conhece-lo, estuda-lo, torná-lo modelo para trabalho com os vivos. Os autores fazem uma observação interessante sobre as práticas anatômicas:
“O cadáver é o primeiro corpo humano com o qual o estudante de educação física vai interagir em sua formação inicial” (p. 104).
O ramo da anatomia na área da saúde (medicina, enfermagem, educação física) é central pelo fato dos sedimentos que ela depositou na cultura pelos fenômenos ligados ao corpo e às práticas corporais.
No sétimo capítulo, Renovação historiográfica na educação física brasileira (117- 138), Marcus Aurélio Taborda De Oliveira, o autor destaca o aumento da produção em história da educação física hoje no Brasil. Destacou cinco preocupações (temas, objetos e problemas; recortes temporais; suportes teóricos; fontes e a circulação dessa produção). Os destaques feitos por subtítulos pelo o autor ajudam a definir uma história como boa história, não apenas por que gostamos dela, mas porque resiste a todos os testes e provas às quais as submetem.
No oitavo capítulo, O diálogo das ciências humanas e das ciências da vida na educação física na França: Análise e perspectivas (139- 157), Jacques Gleyse, situa as contribuição das ciências na área da educação física e do esporte. A parte das ciências naturais trouxe um grande desenvolvimento na educação física, como por exemplo: anatomia, fisiologia e mecânica. Estas permitiram uma descrição e classificação dos órgãos em relação à função e também o movimento corporal. Sua contribuição pode destacar a historia das práticas corporais. A antropologia tange a focalização minuciosa (microscopia) das práticas e dos praticantes de atividades físicas. 
Análise geral do livro:
O livro é uma aglomeração de ideias que percorre desde a história do corpo até a epistemologia da educação física no tempo presente. As pesquisas sobre a corporeidade é tratada por um olhar para os humanos a partir das chamadas ciências humanas, com um olhar bem fundo e apurado nos diferentes campos de conhecimentos disponíveis. A abertura do prefácio deixa bem claro, que se quisermos saber sobre o nosso gênero humano, tão maravilhoso quanto terrível; e que analisemos sobre um futuro que queremos construir.
Os textos que formam o livro estão interconectados uns aos outros, ideias se complementam. Os autores tratam o corpo no centro da atenção, pois este tende a estar em constantes modificações do tempo, e olhar sobre ele é bem focado, por que tanto a ciência quanto a história gostam de analisá-lo de forma bem ampla, fazendo comparações com os antepassados e os presentes corpos.
O comportamento da educação física no cenário atual, como no último capítulo nos situa é de que ela é uma prática que representa um marco em estudos no ramo da saúde e também na área das humanas, pois não somente lidamos com o corpo, mas também como na parte do intelecto.
Aluno: Eryclis Eduardo Miguel Nunes.
Graduando do curso de Educação Física Licenciatura.


Estudos Socioculturais - Deficiencia Física: A Sociedade brasileira cria, recupera e discrimina.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

III Colóquio de Teoria Crítica e Educação e V Congresso Sudeste

Olá pessoal, gostaria de convidá-los a participar do III Colóquio Teoria Crítica e Educação que acontecerá nos dias 25 a 29 de agosto de 2014. Além disso, lembrem-se que o prazo para envio de trabalhos ao V Congresso Sudeste do CBCE se encerra no dia 15/08 e qualquer um que tenha interesse em avançar no trabalho realizado sobre o "Diagnóstico das Práticas Corporais" pode produzir um belo relato de experiência.
No mais, desejo a todos um merecido descanso nestas curtas férias.
Abs
Márcio

http://cinemacomvida.blogspot.com.br/


http://www.faepecursos.ufla.br/?page_id=515

Carlos Diego Rodrigues (200920517) - "Direito a Preguiça"

O Direito à preguiça, de Paul Lafargue.
Paul Lafargue foi um jornalista socialista, nascido em Cuba, morou maior parte de sua vida na França onde escreveu seu mais conhecido livro o “O Direito a Preguica”, publicado no jornal socialista L'Égalité, Lafargue suicidou-se com Laura Marx, no dia 26 de novembro de 1911, deixando num papel a seguinte explicação: "Estando são de corpo e espírito, deixo a vida antes que a velhice imperdoável me arrebate, um após outro, os prazeres e as alegrias da existência e que me despoje também das forças físicas e intelectuais; antes que paralise a minha energia, que quebre a minha vontade e que me converta numa carga para mim e para os demais. Há anos que prometi a mim mesmo não ultrapassar os setenta; por isso, escolho este momento para me despedir da vida, preparando para a execução da minha decisão uma injeção hipodérmica com ácido cianídrico. Morro com a alegria suprema de ter a certeza que, num futuro próximo, triunfará a causa pela qual lutei, durante 45 anos. Viva o comunismo! Viva o socialismo internacional!".
Em sua obra Lafargue descreve países como Espanha e Grécia que tinham desprezo pelo trabalho, na Espanha o provérbio diz: Descansar é saúde, na Grecia somente aos escravos era permitido trabalhar, o homem livre só conhecia os exercícios físicos e os jogos da inteligência, Lafargue cita também o Evangelho segundo São Matheus, capítulo VI, pregado por Cristo na montanha que diz: Contemplai o crescimento dos lírios dos campos, eles não trabalham nem fiam e, todavia, digo-vos, Salomão, em toda sua glória, não se vestiu maior brilho.
No capítulo seguinte, o autor critica o atual momento em que vive, onde a supervalorização da moeda e o intento de empresários em tornarem-se uma potência capital, moviam o mundo. Com a ajuda da religião os burgueses detinham o controle sobre o capital, assim como o domínio sobre trabalho e a força bruta dos operários, barganhando a troco de pão por seu suor. Para Lafargue a igreja era uma das principais responsáveis por isso, com sacerdotes, que estimulavam e cegavam os homens em busca de um prazer ilusório, creditado no trabalho, que defendiam grandes cargas horárias de trabalho, pois, quanto mais tempo as pessoas trabalhavam menos tempo tinham para pecar, para o autor era o contrário, quanto mais tempo gasto no trabalho menos defendemos nossos direitos e aproveitamos as vida.
 Cargas horárias de trabalho não apenas para os homens, mas para também mulheres e crianças, que em alguns lugares chegavam a 16 horas, que tinham como consequência o adoecimento e a morte dos trabalhadores, cada vez mais cedo. Muito parecido com a escravidão porque ganhavam apenas o suficiente para comer, em alguns casos nem isso ganhavam, e não tinham dinheiro para comprar nem o que eles mesmos produziam, sendo os burgueses os únicos consumidores.
Como o número de compradores era menor que o material produzido, os armazéns ficaram superlotados, a burguesia se torna superconsumidora dos produtos que ela mesmo manufatura.
Em seu capítulo final Lafargue defende uma carga horária de no máximo 3 horas de trabalho, e que crianças nunca trabalhem, pois devem ter o direto de serem crianças, uma sociedade onde os homens não vivam em função do capital, mas sim em viver a vida. Uma carga horária enorme não significa que o desempenho será maior, pois os trabalhadores ficam cansados, em alguns lugares onde os trabalhadores trabalhavam em torno de 11 horas a produção era superior do que quando trabalhavam 16.
Outro texto que ajuda a entender a situação descrita a cima é Manifesto do Partido Comunista, publicado pela primeira vez em 21 de Fevereiro de 1848, escrito por Karl Marx e Friedrich Engels. Nessa obra os autores fazem uma dura crítica ao modo de produção capitalista e na forma como a sociedade se estruturou através desse processo de produção.

O mundo sempre foi dividido em classes, uma dominadora e outra de dominados, por exemplo:
Na Roma Antiga temos patrícios, guerreiros, plebeus, escravos; na idade Idade Média, senhores feudais, vassalos, mestres, companheiros, aprendizes, servos. E na burguesia não foi diferente, apenas mudaram os nomes das classes e criaram novas condições de opressão.
No capítulo seguinte são abordadas as relações entre o partido comunista e os proletários. O partido tem alguns objetivos em comum com outros partidos e movimentos, como o desejo pela queda da superioridade do poder da burguesia, e conseqüentemente a passagem do poder político ao proletariado.

Ressaltando que o comunismo não é contra a propriedade geral, mas sim da propriedade burguesa. Para tornar a sociedade segundo os moldes dos comunistas são listadas medidas para a aplicação do comunismo na sociedade. A exclusividade entre os proletários conscientes, portanto comunistas, segundo Marx e Engels, é de que visam a abolição da propriedade privada, são portanto vistos como revolucionários, o comunismo defendido por eles também não priva o poder de apropriação dos produtos sociais. Com o desenvolvimento do socialismo, a divisão em classes sociais desapareceria e o poder público perderia seu caráter opressor, enfim seria instaurada uma sociedade comunista.

No terceiro capítulo é criticado três tipos de socialismo: O socialismo reacionário, que seria uma forma de a elite conquistar a simpatia do povo; O socialismo conservador, com seu caráter reformador e antirrevolucionário; e o socialismo utópico, que apesar de fazer uma análise crítica da situação operária não se apóia em luta política, tornando a sociedade comunista inatingível.

O ultimo capítulo conclui que os comunistas lutam para alcançar os fins e interesses imediatos da classe operária fazendo um apanhado geral das principais idéias do manifesto, dando um grande destaque ao apelo pela união do proletariado, e declarando que os fins só podem ser alcançados pelo derrube violento de toda ordem social. Podem as classes dominantes tremer ante uma revolução comunista! Nela os proletários nada têm a perder a não ser as suas cadeias. PROLETÁRIOS DE TODO O MUNDO, UNI-VOS!

“Direito a Preguiça” – Link para leitura da obra:
“Manifesto do Partido comunista”- Link para leitura da obra:
“Manifesto do Partido comunista”- Obra em forma de quadrinhos:

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Mauro Betti

https://www.youtube.com/watch?v=wsVd1IJMeMY
https://www.youtube.com/watch?v=tQ3d8hI5TJw

Estes dois links acima são sobre duas palestras de Mauro Betti, a primeira ele fala de varios assuntos relacionados a academia, falta de estrutura principalmente nas grandes cidades do Brasil para a pratica de esportes, ele levanta a questão o porque de o Brasil não tem um desempenho melhor nas Olimpíadas, a Educação Física na midia. O segundo ele traz o assunto Educação Física e Semiótica.
No primeiro ele cita um exemplo que com o avanço da tecnologia e medícina em um futuro proxímo poderiamos ter uma pílula que não nos deixa engordar ou fazer ganhar massa muscular, com a facilidade dessa pílula as pessoas ainda teriam interesse de estar frequentando uma academia? O que podemos fazer para tornar a pratica de exercícos mais interessantes? São duas questões que ele nos da para pensarmos e no que se pode melhorar. Os professores que são muito bons em analizar cada atleta individualmente sabe que tem aquele aluno que vai pra academia apenas para relaxar e deixar as preocupações de casa e do trabalho de lado pelo menos naquele momento, e não se importa em perder peso e sim em ter aquele momento de distrção.Pode ter um aluno que já preocupa com a questão estética e com a saúde, pode ter o que quer apenas praticar exercícios para não ficar na vida de ''sedentário'', entre outros varios tipos de aluno, mais esses bons professores infelizmente estão em uma grande minoria, ter bons professorens já seria um ponto inicial para melhorarmos o sistema dentro das academias. Um número importante para mostras como um bom número de pessoas não tem interesse em academia é que 60% das pessoas que entram desistem após 3 meses de treinamento.
As ruas principalmente das grandes cidades brasileiras poderiam ser a solução de uma menor poluição e um menor número de automoveis trafegando, trocando estes por bicicletas, mais como podemos fazer isso se não há espassos para pedalar pela cidade tranquilamente? Mesmo se a pessoa quiser pedalar fora da cidade como ele vai levar sua bike sem correr perigo de vida ? talvez com carro e suporte, mais quem não tem isso como fica na História?
Os dois esportes Olimpicos que mais premiam os atletas com medalhas são natação e atletismo, e estes dois  esportes não estam inseridos na grande maioria das escola do nosso Brasil, talvez implantalos pode ser um começo de melhorar nosso desempenho nas olimpíadas, mais não adianta ter pista de atletismos e piscinas nas escolas se não tivermos professores preparados para dar aula e alunos interessados. Tudo é um conjunto e para funcionar tem que haver participação de todos.
A Educação Física é lembrada na mídia apenas antes de grandes jogos como Copa do Mundo, jogos Panamericanos, Olimpíadas... E o consumo de esportes esta ficando cada vez mais restrito a assistir os jogos e não praticalos.
A semíotica esta ligada diretamente nas expressões dos atletas, como por exemplo raiva, tristeza, cansaço, alegria, gestos também fazer parte  da semíotica tudo isso são simbolos e signos, Mauro Betti mostra inclusive no segundo video uma imagem de Rafael Nadal que na foto pediu a opinião de quem acompanhava a palestra para dizer o que viam na imagem, um disse que via tristeza na foto, outro disse decepção, outra pessoa disse cansaço, cada um via a foto de um modo diferente mais todos viam a mesma foto, esse fenomeno faz parte da cultura e semíotica de cada pessoa.
Assistam as duas palestras e se possivel também deixe seu comentário, achei muito interessante e me fez ver varios assuntos de uma forma que nunca tinha visto. Abraço

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Pesquisa de campo Zona Norte de Lavras MG - Aquenta Sol, Estação, Jardim Europa e Paraiso


     
Componentes :
Andressa Campos 
Cristiane Miguel
Danielle Oliveira
Julia Santos

Grupo Região Central de Lavras

Grupo Centro:
Edênio de Souza
Tiago Fonseca
Guilherme Lemos
 Gabriel Benedito
Luciano Campra
Moises Azevedo

Pesquisa de Campo - UFLA


Pesquisa de Campo (Ufla) Universidade Federal de Lavras- Educação Física- Licenciatura e Bacharel

Participantes: Kellyson Leny
Larissa Cristina
Sávio Ferreira
Verônica Toledo
Vitória Delfraro

Videodocumentário: Diagnóstico das práticas corporais em Lavras-MG

Bairros Cohab's e Funil.

Integrantes: Adrielle Lopes, Daniel de Serpa, Júlia Botelho e Lanuele Marques.
Turma 29 A



Diagnóstico das práticas corporais em Lavras

BAIRROS: Itapuan, Vista Alegre (Pipoca), Rio Bonito,

Distrito Industrial e Colinas da Serra





Alunos: 

Izamara Cristina               28A
Priscila Joquebede             29A
Samuel Silva                     29A
Valquíria Teixeira              29A
Yuri Silva                         28A

Vídeo Documentário


Alunos: Amanda Maciente
            Caroline Silveira
             Danilo Diniz
             Lucas Oliveira
             Roberta Mileu



Discentes:
Diego da Silva 28A
Helon Carvalho 29A
Iury Ionan 28A
Lucas Henrique 28A
Luiz Gustavo B. 28A
Samuel Almeida 29A

Espaços de Lazer e Esporte em Lavras - MG.


O videodocumentário mostra os espaços de lazer e esporte nos bairros Jardim Floresta, Novo Horizonte, Cruzeiro do Sul, Parque Bocaina e Santa Efigênia.

Alunos: Bárbara Egídio, Christian Andrade, Clara Reis, Gabriel Jesus, Lucas Coimbra, Lucas Mariano.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Trabalho sobre projetos sociais realizados na cidade de lavras.
Foram acompanhadas uma escola de futebol para jovens e crianças, escolinha do caçapa, o projeto de capoeira que é realizado em vários bairros de lavras, o capoeirart e um projeto realizado no vale do sol em lavras de atividades fisicas para idosos.


Alunos:  Andressa
              Bianca
              Diego
              Mileny
              Nelida
              Sheyla
Filme documentário sobre os bairros Olaria, Nova Lavras, Pitangui, Eldorado e Monte Líbano.
GRUPO: Carlos Diego Rodrigues; Emerson Silva; Márcio Bamberg; Tiago Henrique; Thaís Yumi Takenaka