Este blog é um canal de comunicação de seus participantes e funciona como um laboratório de experimentação de atividades desenvolvidas na disciplina.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Saber, formar e intervir para uma Educação Física em mudança
BORGES, Cecília; DESBIENS,
Jean-François. Saber, formar e intervir para uma Educação Física em mudança. 1ª
Ed. Autores Associados. 2005. 230p.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Resenha proposta na disciplina: GFD 208- Estudos Socioculturais da Educação Física.
Autora:
Carmen Lúcia Soares.
Obra:
Pesquisas sobre o corpo: Ciências Humanas e educação.
Editora:
Autores Associados.
Publicação:
Campinas, São Paulo: FAPESP, 2007.
O livro nasceu
de um Colóquio Internacional de Pesquisa que foi realizado pela Faculdade de
Educação Física da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), no ano de 2006.
O livro conta com um riquíssimo referencial teórico de textos, desde o prefácio
até o seu término.
A obra apresenta
uma gama de assuntos como: História, Antropologia, Filosofia, Epistemologia e
faz um estudo sobre os estudos do currículo. A área das ciências humanas e a
educação tem uma importância considerável, pois o colóquio destacou as
contribuições desses campos para as pesquisas sobre o corpo e as práticas
corporais.
Com a leitura
dos capítulos, leva o leitor a perceber que a todo o momento perguntas são
lançadas para a reflexão, ou seja, com um tom interrogativo faz o aguçamento do
da apreciação da obra.
No primeiro capítulo, "A carne e o
verbo (página 1- 21)", Jacques Gleyse, traz discussão no aspecto do dualismo e
das relações entre corpo e espirito, ou, ainda, das relações entre natureza e
cultura. O texto questiona sobre um debate em que a espirito x corpo que é
colocado em xeque. Houve uma citação do texto bíblico de João 1.1:
“No começo era a palavra (logos), e a palavra (logos) estava com
Deus (théos) e a palavra era Deus.
Todas as coisas foram feitas através dela, e nada do que foi
feito, foi sem ela.
[...]
E a palavra se fez carne, e ela habitou entre nós, plena de graça
e de verdade; e nós contemplamos sua glória, uma glória como a glória do Filho do
único que veio do Pai ”.
Nesta passagem
bíblica, João parece esclarecer-nos sobre as relações da carne e do verbo. Mais
claramente mostra que a luz nos permite compreender as relações de nossa carne
e nosso verbo.
No segundo
capítulo, La matriz disciplinar de La educación física (23- 47), Angela
Aisenstein, a autora deste capítulo toma por base a estratégia metodológica e
os resultados obtidos em um processo de descrição do código disciplinar
envolvendo a educação física escolar da Argentina e colocando em prática testes
de sua eficácia como formação discursiva, ou seja, sua validade curricular ao
longo do tempo. Aisenstein descreve o processo de configuração da educação
física, da cultura física nas práticas discursivas e não discursivas que
parecem obstáculos nas inovações ao longo do tempo.
No terceiro
capítulo, Cultura do narcisismo, política e cuidado de si (49- 65), Margareth
Rago, trata da cultura narcisista que se difundiu no Brasil a partir dos anos
70, com um grande crescimento e diversificação das indústrias da moda, do
vestuário e dos cosméticos. Um dos traços dominantes dessa cultura
contemporânea é o aprisionamento do indivíduo dentro de si mesmo.
No quarto
capítulo, Uma história do corpo (67- 80), Denise Bernuzzi de Sant’Anna, a
autora traz a relação da contemporaneidade como forma de justificativa do
crescente interesse voltado aos estudos sobre as representações históricas
corporais. Faz uso de algumas palavras para definir características da
historicidade do corpo: insosso (Sem sal ou sem tempero, mas para o contexto do
texto, trata-se de uma pessoa sem graça, desinteressante, tediosa), insípido
(Sem sabor, sem gosto: a água é insipida; para nosso contexto seria uma pessoa
ausente de atrativos, sem espirito, sem interesse, sem graça: sujeito
insípido), neutro (Aquele que não toma partido; ou melhor, no contexto de
personalidade é aquele que faz de tudo para não ser percebido, são os famosos
“tanto faz”), chocho (Sem graça, desanimado, triste), essas palavras traduzem quase um sentido parecido para definir
uma pessoa.
No quinto
capítulo, Epistemologias do corpo: A filosofia e a arte como atos de
significação (81-99), Terezinha Petrucia Da Nóbrega, a autora apresenta “uma
reflexão sobre a questão da racionalidade a partir de uma posição que considera
a sensibilidade como potência de conhecimento, evidenciando que a existência é
primeiramente corporal e que o corpo é a medida da nossa experiência no mundo
e, portanto, referencia primeira do conhecimento” (p.86). Ela usa com
frequência o autor Maurice Merleau Ponty, pois este autor trata de reflexões
sobre a fenomenologia, movimento filosófico, no qual se revela a frente da
consciência humana.
No sexto
capitulo, Lições da anatomia: Geografias do olhar (101- 116), Carmen Soares e
Vinicius Terra, os autores deste texto faz um destaque à anatomia humana, as
suas práticas para educar o olhar sobre o corpo e sua delimitação como objeto
de conhecimento, para marcar, definitivamente, os modos de como tratar o corpo,
conhece-lo, estuda-lo, torná-lo modelo para trabalho com os vivos. Os autores
fazem uma observação interessante sobre as práticas anatômicas:
“O cadáver é o primeiro corpo humano com o qual o estudante de
educação física vai interagir em sua formação inicial” (p. 104).
O ramo da
anatomia na área da saúde (medicina, enfermagem, educação física) é central
pelo fato dos sedimentos que ela depositou na cultura pelos fenômenos ligados
ao corpo e às práticas corporais.
No sétimo
capítulo, Renovação historiográfica na educação física brasileira (117- 138),
Marcus Aurélio Taborda De Oliveira, o autor destaca o aumento da produção em
história da educação física hoje no Brasil. Destacou cinco preocupações (temas,
objetos e problemas; recortes temporais; suportes teóricos; fontes e a
circulação dessa produção). Os destaques feitos por subtítulos pelo o autor
ajudam a definir uma história como boa história, não apenas por que gostamos
dela, mas porque resiste a todos os testes e provas às quais as submetem.
No oitavo
capítulo, O diálogo das ciências humanas e das ciências da vida na educação
física na França: Análise e perspectivas (139- 157), Jacques Gleyse, situa as
contribuição das ciências na área da educação física e do esporte. A parte das
ciências naturais trouxe um grande desenvolvimento na educação física, como por
exemplo: anatomia, fisiologia e mecânica. Estas permitiram uma descrição e
classificação dos órgãos em relação à função e também o movimento corporal. Sua
contribuição pode destacar a historia das práticas corporais. A antropologia tange
a focalização minuciosa (microscopia) das práticas e dos praticantes de
atividades físicas.
Análise geral do livro:
O livro é uma
aglomeração de ideias que percorre desde a história do corpo até a
epistemologia da educação física no tempo presente. As pesquisas sobre a
corporeidade é tratada por um olhar para os humanos a partir das chamadas
ciências humanas, com um olhar bem fundo e apurado nos diferentes campos de
conhecimentos disponíveis. A abertura do prefácio deixa bem claro, que se
quisermos saber sobre o nosso gênero humano, tão maravilhoso quanto terrível; e
que analisemos sobre um futuro que queremos construir.
Os textos que
formam o livro estão interconectados uns aos outros, ideias se complementam. Os
autores tratam o corpo no centro da atenção, pois este tende a estar em
constantes modificações do tempo, e olhar sobre ele é bem focado, por que tanto
a ciência quanto a história gostam de analisá-lo de forma bem ampla, fazendo
comparações com os antepassados e os presentes corpos.
O comportamento
da educação física no cenário atual, como no último capítulo nos situa é de que
ela é uma prática que representa um marco em estudos no ramo da saúde e também
na área das humanas, pois não somente lidamos com o corpo, mas também como na
parte do intelecto.
Aluno: Eryclis Eduardo
Miguel Nunes.
Graduando do
curso de Educação Física Licenciatura.
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
III Colóquio de Teoria Crítica e Educação e V Congresso Sudeste
Olá pessoal, gostaria de convidá-los a participar do III Colóquio Teoria Crítica e Educação que acontecerá nos dias 25 a 29 de agosto de 2014. Além disso, lembrem-se que o prazo para envio de trabalhos ao V Congresso Sudeste do CBCE se encerra no dia 15/08 e qualquer um que tenha interesse em avançar no trabalho realizado sobre o "Diagnóstico das Práticas Corporais" pode produzir um belo relato de experiência.
No mais, desejo a todos um merecido descanso nestas curtas férias.
Abs
Márcio
http://cinemacomvida.blogspot.com.br/
http://www.faepecursos.ufla.br/?page_id=515
No mais, desejo a todos um merecido descanso nestas curtas férias.
Abs
Márcio
http://cinemacomvida.blogspot.com.br/
http://www.faepecursos.ufla.br/?page_id=515
Carlos Diego Rodrigues (200920517) - "Direito a Preguiça"
O Direito à preguiça, de Paul Lafargue.
Paul Lafargue foi um jornalista socialista, nascido em Cuba,
morou maior parte de sua vida na França onde escreveu seu mais conhecido livro
o “O Direito a Preguica”, publicado no jornal
socialista L'Égalité, Lafargue suicidou-se com Laura Marx, no dia 26 de
novembro de 1911, deixando num papel a seguinte explicação: "Estando são
de corpo e espírito, deixo a vida antes que a velhice imperdoável me arrebate,
um após outro, os prazeres e as alegrias da existência e que me despoje também
das forças físicas e intelectuais; antes que paralise a minha energia, que
quebre a minha vontade e que me converta numa carga para mim e para os demais.
Há anos que prometi a mim mesmo não ultrapassar os setenta; por isso, escolho
este momento para me despedir da vida, preparando para a execução da minha
decisão uma injeção hipodérmica com ácido cianídrico. Morro com a alegria
suprema de ter a certeza que, num futuro próximo, triunfará a causa pela qual
lutei, durante 45 anos. Viva o comunismo! Viva o socialismo
internacional!".
Em sua obra Lafargue descreve países como
Espanha e Grécia que tinham desprezo pelo trabalho, na Espanha o provérbio diz:
Descansar é saúde, na Grecia somente aos escravos era permitido trabalhar, o
homem livre só conhecia os exercícios físicos e os jogos da inteligência,
Lafargue cita também o Evangelho segundo São Matheus, capítulo VI, pregado por
Cristo na montanha que diz: Contemplai o crescimento dos lírios dos campos,
eles não trabalham nem fiam e, todavia, digo-vos, Salomão, em toda sua glória,
não se vestiu maior brilho.
No capítulo seguinte, o autor critica o
atual momento em que vive, onde a supervalorização da moeda e o intento de
empresários em tornarem-se uma potência capital, moviam o mundo. Com a
ajuda da religião os burgueses detinham o controle sobre o capital, assim como
o domínio sobre trabalho e a força bruta dos operários, barganhando a troco de
pão por seu suor. Para Lafargue a igreja era uma das principais responsáveis
por isso, com sacerdotes, que estimulavam e cegavam os homens em busca de um
prazer ilusório, creditado no trabalho, que defendiam grandes cargas horárias de
trabalho, pois, quanto mais tempo as pessoas trabalhavam menos tempo tinham
para pecar, para o autor era o contrário, quanto mais tempo gasto no trabalho
menos defendemos nossos direitos e aproveitamos as vida.
Cargas
horárias de trabalho não apenas para os homens, mas para também mulheres e crianças,
que em alguns lugares chegavam a 16 horas, que tinham como consequência o
adoecimento e a morte dos trabalhadores, cada vez mais cedo. Muito parecido com
a escravidão porque ganhavam apenas o suficiente para comer, em alguns casos
nem isso ganhavam, e não tinham dinheiro para comprar nem o que eles mesmos
produziam, sendo os burgueses os únicos consumidores.
Como o número de compradores era menor
que o material produzido, os armazéns ficaram superlotados, a burguesia se
torna superconsumidora dos produtos que ela mesmo manufatura.
Em seu capítulo final Lafargue defende
uma carga horária de no máximo 3 horas de trabalho, e que crianças nunca
trabalhem, pois devem ter o direto de serem crianças, uma sociedade onde os
homens não vivam em função do capital, mas sim em viver a vida. Uma carga
horária enorme não significa que o desempenho será maior, pois os trabalhadores
ficam cansados, em alguns lugares onde os trabalhadores trabalhavam em torno de
11 horas a produção era superior do que quando trabalhavam 16.
Outro texto que ajuda a entender a situação
descrita a cima é Manifesto do Partido Comunista,
publicado pela primeira vez em 21 de Fevereiro de 1848, escrito por Karl
Marx e Friedrich Engels. Nessa obra os autores fazem uma dura
crítica ao modo de produção capitalista e na forma como a sociedade se
estruturou através desse processo de produção.
O mundo sempre foi dividido em classes, uma dominadora e outra de dominados, por exemplo: Na Roma Antiga temos patrícios, guerreiros, plebeus, escravos; na idade Idade Média, senhores feudais, vassalos, mestres, companheiros, aprendizes, servos. E na burguesia não foi diferente, apenas mudaram os nomes das classes e criaram novas condições de opressão.
No capítulo seguinte são abordadas as relações entre o partido comunista e os proletários. O
partido tem alguns objetivos em comum com outros partidos e movimentos, como o
desejo pela queda da superioridade do poder da burguesia, e conseqüentemente a passagem
do poder político ao proletariado.
Ressaltando que o comunismo não é
contra a propriedade geral, mas sim da propriedade burguesa. Para tornar a
sociedade segundo os moldes dos comunistas são listadas medidas para a
aplicação do comunismo na sociedade. A exclusividade entre
os proletários conscientes, portanto comunistas, segundo Marx e Engels, é de
que visam a abolição da propriedade privada, são portanto vistos como revolucionários,
o comunismo defendido por eles também não priva o poder de apropriação dos produtos
sociais. Com o desenvolvimento do socialismo, a divisão em classes sociais
desapareceria e o poder público perderia seu caráter opressor, enfim seria
instaurada uma sociedade comunista.
No terceiro capítulo é criticado três
tipos de socialismo: O socialismo reacionário, que seria uma forma de a elite conquistar a
simpatia do povo; O socialismo conservador, com seu caráter reformador e antirrevolucionário;
e o socialismo utópico, que apesar de fazer
uma análise crítica da situação operária não se apóia em luta política,
tornando a sociedade comunista inatingível.
O ultimo capítulo conclui que os
comunistas lutam para alcançar os fins e interesses imediatos da classe operária
fazendo um apanhado geral das principais idéias do manifesto, dando um grande
destaque ao apelo pela união do proletariado, e declarando que os fins só podem
ser alcançados pelo derrube violento de toda ordem social. Podem as classes
dominantes tremer ante uma revolução comunista! Nela os proletários nada têm a
perder a não ser as suas cadeias. PROLETÁRIOS DE TODO O MUNDO, UNI-VOS!
“Direito a Preguiça” – Link para leitura
da obra:
“Manifesto do Partido comunista”- Link para leitura da
obra:
“Manifesto do Partido comunista”- Obra em forma de
quadrinhos:
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Mauro Betti
https://www.youtube.com/watch?v=wsVd1IJMeMY
https://www.youtube.com/watch?v=tQ3d8hI5TJw
Estes dois links acima são sobre duas palestras de Mauro Betti, a primeira ele fala de varios assuntos relacionados a academia, falta de estrutura principalmente nas grandes cidades do Brasil para a pratica de esportes, ele levanta a questão o porque de o Brasil não tem um desempenho melhor nas Olimpíadas, a Educação Física na midia. O segundo ele traz o assunto Educação Física e Semiótica.
No primeiro ele cita um exemplo que com o avanço da tecnologia e medícina em um futuro proxímo poderiamos ter uma pílula que não nos deixa engordar ou fazer ganhar massa muscular, com a facilidade dessa pílula as pessoas ainda teriam interesse de estar frequentando uma academia? O que podemos fazer para tornar a pratica de exercícos mais interessantes? São duas questões que ele nos da para pensarmos e no que se pode melhorar. Os professores que são muito bons em analizar cada atleta individualmente sabe que tem aquele aluno que vai pra academia apenas para relaxar e deixar as preocupações de casa e do trabalho de lado pelo menos naquele momento, e não se importa em perder peso e sim em ter aquele momento de distrção.Pode ter um aluno que já preocupa com a questão estética e com a saúde, pode ter o que quer apenas praticar exercícios para não ficar na vida de ''sedentário'', entre outros varios tipos de aluno, mais esses bons professores infelizmente estão em uma grande minoria, ter bons professorens já seria um ponto inicial para melhorarmos o sistema dentro das academias. Um número importante para mostras como um bom número de pessoas não tem interesse em academia é que 60% das pessoas que entram desistem após 3 meses de treinamento.
As ruas principalmente das grandes cidades brasileiras poderiam ser a solução de uma menor poluição e um menor número de automoveis trafegando, trocando estes por bicicletas, mais como podemos fazer isso se não há espassos para pedalar pela cidade tranquilamente? Mesmo se a pessoa quiser pedalar fora da cidade como ele vai levar sua bike sem correr perigo de vida ? talvez com carro e suporte, mais quem não tem isso como fica na História?
Os dois esportes Olimpicos que mais premiam os atletas com medalhas são natação e atletismo, e estes dois esportes não estam inseridos na grande maioria das escola do nosso Brasil, talvez implantalos pode ser um começo de melhorar nosso desempenho nas olimpíadas, mais não adianta ter pista de atletismos e piscinas nas escolas se não tivermos professores preparados para dar aula e alunos interessados. Tudo é um conjunto e para funcionar tem que haver participação de todos.
A Educação Física é lembrada na mídia apenas antes de grandes jogos como Copa do Mundo, jogos Panamericanos, Olimpíadas... E o consumo de esportes esta ficando cada vez mais restrito a assistir os jogos e não praticalos.
A semíotica esta ligada diretamente nas expressões dos atletas, como por exemplo raiva, tristeza, cansaço, alegria, gestos também fazer parte da semíotica tudo isso são simbolos e signos, Mauro Betti mostra inclusive no segundo video uma imagem de Rafael Nadal que na foto pediu a opinião de quem acompanhava a palestra para dizer o que viam na imagem, um disse que via tristeza na foto, outro disse decepção, outra pessoa disse cansaço, cada um via a foto de um modo diferente mais todos viam a mesma foto, esse fenomeno faz parte da cultura e semíotica de cada pessoa.
Assistam as duas palestras e se possivel também deixe seu comentário, achei muito interessante e me fez ver varios assuntos de uma forma que nunca tinha visto. Abraço
https://www.youtube.com/watch?v=tQ3d8hI5TJw
Estes dois links acima são sobre duas palestras de Mauro Betti, a primeira ele fala de varios assuntos relacionados a academia, falta de estrutura principalmente nas grandes cidades do Brasil para a pratica de esportes, ele levanta a questão o porque de o Brasil não tem um desempenho melhor nas Olimpíadas, a Educação Física na midia. O segundo ele traz o assunto Educação Física e Semiótica.
No primeiro ele cita um exemplo que com o avanço da tecnologia e medícina em um futuro proxímo poderiamos ter uma pílula que não nos deixa engordar ou fazer ganhar massa muscular, com a facilidade dessa pílula as pessoas ainda teriam interesse de estar frequentando uma academia? O que podemos fazer para tornar a pratica de exercícos mais interessantes? São duas questões que ele nos da para pensarmos e no que se pode melhorar. Os professores que são muito bons em analizar cada atleta individualmente sabe que tem aquele aluno que vai pra academia apenas para relaxar e deixar as preocupações de casa e do trabalho de lado pelo menos naquele momento, e não se importa em perder peso e sim em ter aquele momento de distrção.Pode ter um aluno que já preocupa com a questão estética e com a saúde, pode ter o que quer apenas praticar exercícios para não ficar na vida de ''sedentário'', entre outros varios tipos de aluno, mais esses bons professores infelizmente estão em uma grande minoria, ter bons professorens já seria um ponto inicial para melhorarmos o sistema dentro das academias. Um número importante para mostras como um bom número de pessoas não tem interesse em academia é que 60% das pessoas que entram desistem após 3 meses de treinamento.
As ruas principalmente das grandes cidades brasileiras poderiam ser a solução de uma menor poluição e um menor número de automoveis trafegando, trocando estes por bicicletas, mais como podemos fazer isso se não há espassos para pedalar pela cidade tranquilamente? Mesmo se a pessoa quiser pedalar fora da cidade como ele vai levar sua bike sem correr perigo de vida ? talvez com carro e suporte, mais quem não tem isso como fica na História?
Os dois esportes Olimpicos que mais premiam os atletas com medalhas são natação e atletismo, e estes dois esportes não estam inseridos na grande maioria das escola do nosso Brasil, talvez implantalos pode ser um começo de melhorar nosso desempenho nas olimpíadas, mais não adianta ter pista de atletismos e piscinas nas escolas se não tivermos professores preparados para dar aula e alunos interessados. Tudo é um conjunto e para funcionar tem que haver participação de todos.
A Educação Física é lembrada na mídia apenas antes de grandes jogos como Copa do Mundo, jogos Panamericanos, Olimpíadas... E o consumo de esportes esta ficando cada vez mais restrito a assistir os jogos e não praticalos.
A semíotica esta ligada diretamente nas expressões dos atletas, como por exemplo raiva, tristeza, cansaço, alegria, gestos também fazer parte da semíotica tudo isso são simbolos e signos, Mauro Betti mostra inclusive no segundo video uma imagem de Rafael Nadal que na foto pediu a opinião de quem acompanhava a palestra para dizer o que viam na imagem, um disse que via tristeza na foto, outro disse decepção, outra pessoa disse cansaço, cada um via a foto de um modo diferente mais todos viam a mesma foto, esse fenomeno faz parte da cultura e semíotica de cada pessoa.
Assistam as duas palestras e se possivel também deixe seu comentário, achei muito interessante e me fez ver varios assuntos de uma forma que nunca tinha visto. Abraço
segunda-feira, 28 de julho de 2014
CORPO E HISTÓRIA - Estudos socioculturais da Educação Física, Esporte e Lazer: Pesquisa de Campo em Luminárias
CORPO E HISTÓRIA - Estudos socioculturais da Educação Física, Esporte e Lazer: Pesquisa de Campo em Luminárias: A cidade de Luminárias foi fundada em 27 de dezembro de 1948, situa-se na região sul de Minas Gerais, com população de 5.422 habit...
Grupo:Priscila Joquebede
Valquíria
Yuri Silva
Samuel Silva
Bruno
Grupo:Priscila Joquebede
Valquíria
Yuri Silva
Samuel Silva
Bruno
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Pesquisa de campo Zona Norte de Lavras MG - Aquenta Sol, Estação, Jardim Europa e Paraiso
Componentes :
Andressa Campos
Cristiane Miguel
Danielle Oliveira
Julia Santos
Grupo Região Central de Lavras
Edênio de Souza
Tiago Fonseca
Guilherme Lemos
Gabriel Benedito
Luciano Campra
Moises Azevedo
Pesquisa de Campo - UFLA
Pesquisa de Campo (Ufla) Universidade Federal de Lavras- Educação Física- Licenciatura e Bacharel
Participantes: Kellyson Leny
Larissa Cristina
Sávio Ferreira
Verônica Toledo
Vitória Delfraro
Videodocumentário: Diagnóstico das práticas corporais em Lavras-MG
Bairros Cohab's e Funil.
Integrantes: Adrielle Lopes, Daniel de Serpa, Júlia Botelho e Lanuele Marques.
Turma 29 A
Integrantes: Adrielle Lopes, Daniel de Serpa, Júlia Botelho e Lanuele Marques.
Turma 29 A
Diagnóstico das práticas corporais em Lavras
BAIRROS: Itapuan, Vista Alegre (Pipoca), Rio Bonito,
Distrito Industrial e Colinas da Serra
Alunos:
Izamara Cristina 28A
Priscila
Joquebede 29A
Samuel
Silva 29A
Valquíria
Teixeira 29A
Yuri
Silva 28A
Vídeo Documentário
Alunos: Amanda Maciente
Caroline Silveira
Danilo Diniz
Lucas Oliveira
Roberta Mileu
Espaços de Lazer e Esporte em Lavras - MG.
O videodocumentário mostra os espaços de lazer e esporte nos bairros Jardim Floresta, Novo Horizonte, Cruzeiro do Sul, Parque Bocaina e Santa Efigênia.
Alunos: Bárbara Egídio, Christian Andrade, Clara Reis, Gabriel Jesus, Lucas Coimbra, Lucas Mariano.
terça-feira, 15 de julho de 2014
Trabalho sobre projetos sociais realizados na cidade de lavras.
Foram acompanhadas uma escola de futebol para jovens e crianças, escolinha do caçapa, o projeto de capoeira que é realizado em vários bairros de lavras, o capoeirart e um projeto realizado no vale do sol em lavras de atividades fisicas para idosos.
Alunos: Andressa
Bianca
Diego
Mileny
Nelida
Sheyla
Foram acompanhadas uma escola de futebol para jovens e crianças, escolinha do caçapa, o projeto de capoeira que é realizado em vários bairros de lavras, o capoeirart e um projeto realizado no vale do sol em lavras de atividades fisicas para idosos.
Alunos: Andressa
Bianca
Diego
Mileny
Nelida
Sheyla
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